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Artigo publicado em 15 de Agosto de 2012 - Atualizado em 15 de Agosto de 2012

PRS reuniu-se com Procurador-Geral da Guiné-Bissau

Kumba Yalá, líder do Partido da Renovação Social
Kumba Yalá, líder do Partido da Renovação Social
Marie-Laure Josselin /RFI

Cristiana Soares

Uma delegação do PRS reuniu-se, esta quarta-feira, com o Procurador-Geral da República, Edmundo Mendes, para pedir esclarecimentos sobre o estado a justiça na Guiné-Bissau. Em cima da mesa esteve, ainda, o andamento dos processos de investigação de assassínios ocorridos no país desde 2009.

Quatro elementos da comissão política do Partido da Renovação Social (PRS), força política liderada pelo antigo Presidente da Guiné-Bissau Kumba Ialá, reuniram-se esta quarta-feira Edmundo Mendes, Procurador-Geral da República. Os membros do PRS queriam dissipar dúvidas sobre a justiça no país aproveitaram o momento para abordado o andamento dos processos de investigação dos assassínios de figuras políticas e militares ocorridos na Guiné-Bissau desde 2009.

A delegação foi encabeçada pelo secretário-geral do PRS, Augusto Poquena, que avançou terem abordado na reunião todos os casos, inclusive o caso do deputado Roberto Ferreira Cacheu, dado como desaparecido desde Dezembro de 2011.

Augusto Poquena, secretário-geral do PRS
 
15/08/2012
 
 

tags: África - África Lusófona - Golpe de estado - Guiné-Bissau - Justiça - Política
Comentários (4)

justiça na Guiné-Bissau

Acho que todos os casos ocorridos na Guuné-Bissau são para serem julgados. Espero que haja um bom trabalho nesse sentido, refiro-me a imparcialidades, mesmo que os segredos de estados sejam postos em evidencia. Não se pode falar só nos últimos ocorridos mas, todos os filhos da Guiné são bons filhos. Que não escondam nada. Após as investigações que divulguem as listas e mandatários.

Que tal do assassinato do

Que tal do assassinato do general Ansumane Mane, Virissimo Seabra e entro assassinato ocorrido durante o mandato do Kumba? Nao era importante investigar esses casos? Sao burros no PRS ou o que se passa?

justiça

Concordo que é imperativo que se faça justiça sobre todos os casos de assassinatos ocorridos desde 1998. Para que haja mais transparência, subscrevo a opinião daqueles que defendem que deve ser criada um tribunal especial para a Guiné-Bissau, sob a égide das Nações Unidas. Só assim haverá uma verdadeira justiça. não haverá justiça para os mais fortes e outro para os mais fracos. Talvez assim as coisas se esclarecerão de uma vez por todas.
Viva a Guiné-Bissau

É imperativo que sejam

É imperativo que sejam apuradas a responsabilidade moral e civil dos assassinatos cometidos na Guiné Bissau. Um povo que se preza tem memória. A memória tem de ser respeitada.
Faça-se justiça.

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