Crise na Guiné-Bissau  - 
Artigo publicado em 07 de Setembro de 2012 - Atualizado em 07 de Setembro de 2012

A procura de uma solução à crise da Guiné-Bissau

Armando Guebuza, Presidente de Moçambique
Armando Guebuza, Presidente de Moçambique
Reuters / Grant Lee Neuenburg

Leonardo Silva

  Outras vias devem ser procuradas para solucionar a crise na Guiné-Bissau,  segundo o ex-representante  das Nações  Unidas em Bissau.

 

 

 

 

Uma delegação da ONU  e  da União  Africana na qual  se integra   João Bernardo Honwana,  director  da segunda Divisão de África do Departamento dos Assuntos Políticos das Nações, avistou-se em Maputo com o Presidente  Armando Gebuza para abordar um desfecho à crise política que afecta  a  Guiné-Bissau desde 12 de Abril de 2012.

Face ao impasse actual na crise bissau-guineense, João Bernardo Honwana sublinhou  nomeadamente, no decurso de uma palestra  no Instituto Internacional de Relações Internacionais de Maputo  que  " a comunidade  internacional  ainda não foi capaz, até aqui,de fazer aceitar à massa pensante guineense os valores de paz e da democracia, diferentemente   do caso  moçambicano, por  exemplo", após o acordo de paz em 1992.

Na  sua  qualidade  de porta-voz  da delegação conjunta chefiada por  Joseph Mutaboba, representante das Nações  Unidas na Guiné-Bissau, o  actual director da Segunda Divisão de África do Departamento  dos Assuntos Políticos, realçou  que Moçambique  enquadra-se num périplo através dos países da CPLP para consultas visando  procurar uma solução adequada à crise no Estado africano da África Ocidental.

 

De Maputo com mais pormenores, Orfeu Lisboa.     

 

Correspondência de Orfeu Lisboa
 
07/09/2012
 
 

     

tags: Armando Guebuza - CEDEAO - Guiné Bissau - Moçambique
Comentários (1)

Há de certeza outras vias

Há de certeza outras vias para ajudar a Guiné-Bissau a sair da crise, desde que haja eleições válidas e democráticas, sem descurar a parte essencial que é o julgamento dos assassinatos.

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