Guiné-Bissau procura por cobro à paralisação do parlamento
Serifo Nhamadjo, presidente interino guineense, convocou nesta terça-feira os partidos com assento parlamentar na busca de uma solução permitindo desbloquear o impasse em torno da paralisação da Assembleia nacional popular após o golpe de Estado de 12 de Abril.
Em causa está a recusa do PAIGC, partido histórico no poder até ao golpe de Estado, em legitimar as autoridades de transição.
Augusto Poquena, secretário-geral do PRS, partido do antigo presidente Kumba Yalá, confirma a abertura do seu partido para que as vagas no parlamento sejam preenchidas.
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Luís Oliveira Sanca, membro do bureau político do PAIGC, e antigo ministro, estabeleceu um balanço positivo do encontro mantido entre o presidente interino e as forças políticas guineenses.
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Noutro plano o procurador geral da república, Abdu Mané, admitiu que a justiça militar está inadequada e ultrapassada.
E isto no âmbito de um simpósio organizado pela ONUGBIS, o Escritório das Nações Unidas no país, sobre justiça criminal, justiça civil e justiça militar a decorrer até esta quarta-feira.
Mussá Baldé, correspondente na Guiné-Bissau acompanha o evento.
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Comentários (1)
Entendimento e bom senso é
Entendimento e bom senso é urgente.
A GB. é dos Guineenses. Não se deixem governar por entidades, que estão ausentes da realidade da vossa terra.
A vossa união acaba quando filósofos impostores levantam questões só para fomentar revoltas.
Sejam verdadeiros. Sejam unidos.
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