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Artigo publicado em 27 de Outubro de 2012 - Atualizado em 27 de Outubro de 2012

Escalada de tensão em Moçambique com troca de acusações entre Renamo e Frelimo

Afonso Dhlakama, líder da Renamo, maior partido de oposição, e Armando Guebuza, chefe de Estado de Moçambique e líder da Frelimo
Afonso Dhlakama, líder da Renamo, maior partido de oposição, e Armando Guebuza, chefe de Estado de Moçambique e líder da Frelimo
Reuters

RFI

Em Moçambique a tensão aumenta com a Renamo, principal partido da oposição a acusar o governo de concentrar meios militares para atacar a sua base na Gorongosa onde está desde há uma semana, o seu líder Afonso Dhlakama.

A Renamo, principal partido da oposição em Moçambique, acusou a Frelimo, partido no poder, de estar a concentrar meios militares para atacar a sua base na Gorongosa, na província central de Sofala.

A Renamo denuncia movimentações de carros blindados e a presença de mercenários zimbabueanos e sul-africanos nas proximidades da base, onde há mais à sete dias está instalado o líder do partido, Afonso Dhlakama.

A Frelimo ainda não reagiu a estas acusações, porém o chefe de Estado, Armando Guebuza, ontem, durante uma cerimónia de graduação de membros da polícia militar em Nampula, no extremo norte do país, deixou um recado: " trabalhem para não deixarem que os outros possam obter os resultados que pretendem", apelando ainda à soberania.

Entretanto, o Conselho Cristão de Moçambique já veio apelar aos dois homens políticos que não optem pelo caminho da guerra, que privilegiem antes o caminho do diálogo.

 

Com a colaboração do nosso correspondente em Maputo, Orfeu Lisboa.

Correspondência de Orfeu Lisboa
 
26/10/2012
 
 

 

tags: África - África Lusófona - Frelimo - Moçambique - Renamo
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