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Artigo publicado em 21 de Junho de 2010 - Atualizado em 21 de Junho de 2010

Após críticas, imprensa europeia elogia atuação do Brasil

Luis Fabiano no jogo contra a Costa do Marfim, neste domingo.
Luis Fabiano no jogo contra a Costa do Marfim, neste domingo.
Reuters

RFI

Os três belos gols da vitória do Brasil contra a Costa do Marfim, neste domingo, fizeram não apenas a alegria dos brasileiros. Depois das críticas após o primeiro jogo contra a Coreia do Norte, a imprensa internacional não poupou elogios ao futebol canarinho.

“O Brasil é quase Fabuloso”, estampa o jornal italiano La Gazzetta dello Sport, num trocadilho com o apelido de Fabuloso, do atacante Luiz Fabiano. Na Espanha, o site do jornal Marca diz que o “Brasil convence e já está nas oitavas-de-final”.

Aqui, na França, o jornal esportivo L’Equipe, deu como título “O Brasil cresce”. No texto, o jornalista francês diz que “o Brasil de Dunga é, às vezes, contestado pela forma de jogar, mas, raramente, pelos resultados”.

No diário de esquerda Libération, o título da página de esportes foi “Loucuras de Brasil”. Já o jornal gratuito Metro diz que “O Brasil decolou”. No mesmo tom, a manchete do Parisien é o “Brasil, o grande chefe”.

Os únicos a não elogiar, claramente, o futebol brasileiro foram os nossos hermanos argentinos. No site do jornal Olé, o título é “mão de Deus”, em alusão ao toque de mão de Luiz Fabiano, no segundo gol do Brasil. Aliás, foi o próprio atacante brasileiro que disse, ao fim do jogo, que “houve uma mão involuntária, uma mão santa, uma mão de Deus”.

Vale lembrar que “mão de Deus” foi a explicação dada por Maradona, ao seu toque de mão – voluntário! – na final da Copa de 1986, contra a Inglaterra, que deu o segundo título mundial à Argentina. Para terminar, o jornal argentino não perdeu a oportunidade de provocar.

“Depois de brincar com o gol de Maradona, o camisa 9 do Brasil assegurou que foi o gol mais lindo da sua carreira. Um pouco exagerado. [...] Para ser como Diego, faltaria despachar vários ingleses e colocar a bola num ângulo impossível”, alfinetou o jornal, conhecido por suas ironias.

Das equipes favoritas, apenas Brasil e Argentina ganharam os seus dois primeiros jogos no Mundial 2010.
 

tags: Brasil - Copa do mundo - Costa do Marfim
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