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03 de Agosto de 2012
Cinema independente, obras gigantes e rock agitam Europa
Cena do filme "Jack and Diane", do cineasta americano Bradley Rust Gray, que concorre ao Leopardo de Ouro no Festival de Locarno.
Cena do filme "Jack and Diane", do cineasta americano Bradley Rust Gray, que concorre ao Leopardo de Ouro no Festival de Locarno.
Festival del film Locarno
Kênya Zanatta

Com mais de 300 filmes de cerca de 50 países, o 65° Festival do Filme de Locarno acontece até o dia 11 de agosto na Suíça italiana. Ao longo da sua história, Locarno construiu a reputação de ser um festival exigente, mais interessado em descobrir novos autores e linguagens cinematográficas do que em servir de vitrine para celebridades.

O júri deste ano é presidido pelo cineasta tailandês Apichatpong Weerasethakul, vencedor da Palma de Ouro em Cannes em 2010.

A Piazza Grande, no centro da cidade, acolhe uma série de projeções ao ar livre de estreias internacionais apresentadas pelos próprios diretores ou atores dos filmes. O programa deste ano inclui “Magic Mike”, de Steven Soderbergh, e “No”, de Pablo Larraín, com Gael García Bernal.

Neste programa falamos também sobre a exposição "Extra Grande", organizada no Grimaldi Forum de Mônaco com quadros, instalações e esculturas do acervo do Centro Pompidou de Paris. No segundo menor Estado do mundo, a mostra reúne obras que têm como característica comum o gigantismo.

Outro destaque desta semana é o festival de rock independente Way Out West, que acontece de 9 a 11 de agosto em Gothenburg, na Suécia. Entre as atrações estão o grupo inglês Blur, a lenda do jazz Ornette Coleman e Florence and the Machine. 

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