Na banda de apoio, tem italiano, suíço, inglês, espanhol, ganense. Todos juntos, tocando afrobeat nigeriano, sob a batuta de Dele Soisimi que, aos 16 anos, teve a cara de pau de pedir a ninguém menos que Fela Anikulapo Kuti, o criador do ritmo, para juntar-se à sua banda, a Egypt 80. A resposta? "Só depois que terminar a escola". Mas funcionou. Durante seis anos, Sosimi excursionou o mundo ao lado do homem, de suas 27 esposas e de suas dezenas de músicos. Agora, quase três décadas mais tarde, o tecladista revisita o repertório de Fela em ilustre companhia no festival "Saluting the Black President", que acontece na Bellevilloise, em Paris, no dia 16 de maio.
Abertura do museu do ABBA comprova atemporalidade do quarteto sueco
O sucesso do quarteto sueco ABBA atravessou décadas e embala as pistas de dança desde os anos 70. Apesar o término do grupo no começo dos anos 80, os hits dos reis do disco pop nunca saíram de moda: uma atemporalidade que poucos músicos conseguem alcançar. A abertura, na semana passada, do ABBA The Museum - espaço criado em homenagem ao grupo em Estocolmo -, comprova o aspecto transcedental desta banda.
Sobre este assunto, conversamos com o jornalista Daniel Couri, autor dos livros "Made in Suécia - O paraíso pop do Abba" e "Mamma Mia!" e com o coordenador do curso Produtores e Músicos de Rock da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), o músico e multi-instrumentista gaúcho Frank Jorge.