Governo francês - Manuel Valls é escolhido como ministro do interiorGoverno francês - Pierre Moscovici foi nomeado ministro da economiaGoverno francês - Laurent Fabius será o novo ministro das Relações Exteriores
A situação política que se vive na Guiné-Bissau continua a ser marca constante na actualidade desta semana. Aliás, este sábado, assinala-se o primeiro mês do golpe de Estado que depôs o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, e o Presidente interino, Raimundo Pereira.
Para além do impasse vigente na Guiné-Bissau e as tentativas por enquanto fracassadas para encontrar uma solução a nível interno bem como a nível regional, a deterioração da situação no Mali levou a CEDEAO a decidir preparar-se para a iminência do envio de uma força de interposição para o terreno.
A semana em África volta a ficar marcada pela actualidade guineense. Os chefes das forças armadas da Nigéria, Senegal e Costa do Marfim estiveram em Bissau para reunir com o general António Indjai, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, para discutirem os mecanismos da aplicação prática do acordo proposto pelos chefes de estado da CEDEAO para a saída da crise na Guiné-Bissau.
A semana em África volta a ser dominada pela instabilidade política que se vive na Guiné-Bissau.
Depois do golpe de Estado levado a cabo por militares no passado dia 12 de Abril, o comando militar e a os partidos de oposição chegaram a um acordo através da criação do Conselho Nacional de Transição. Uma decisão repudiada pela Comunidade Internacional que exige a reposição da legalidade no país, caso contrário Angola e Portugal prometem o envio de força de interposição para a Guiné-Bissau.
Actualidade guineense continua a ser destaque diário
A situação política que se vive na Guiné-Bissau continua a ser marca constante na actualidade desta semana. Aliás, este sábado, assinala-se o primeiro mês do golpe de Estado que depôs o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, e o Presidente interino, Raimundo Pereira.