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Artigo publicado em 16 de Julho de 2012 - Atualizado em 16 de Julho de 2012

França defende julgamento de criminoso nazista encontrado em Budapeste

Laszlo Csatary foi localizado por jornalistas do "The Sun", conforme reportagem publicada neste domingo 15 de julho de 2012.
Laszlo Csatary foi localizado por jornalistas do "The Sun", conforme reportagem publicada neste domingo 15 de julho de 2012.
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O ministério francês das Relações Exteriores defendeu hoje que o criminoso nazista Laszlo Csatary, de 97 anos  localizado por jornalistas ingleses em Budapeste, seja julgado na Hungria. Bernard Valero, porta-voz da chancelaria francesa, lembra que os crimes nazistas são imprescritíveis, isto é, podem ser julgados em qualquer prazo. 

Segundo o porta-voz francês, o procurador-geral de Budapeste informou que examinará o caso de Laszlo Csatary e "as autoridades húngaras devem decidir que tratamento dar aos fatos na justiça".

Laszlo Csatary foi chefe de polícia de um gueto judaico que ficava na cidade eslovaca de Kosice (Kassa, em húngaro), onde 15.700 judeus foram assassinados ou deportados para o campo de exterminação de Auschwitz, na Polônia, durante a Segunda Guerra Mundial.

"Todos sabem que foram os alemães que organizaram a solução final" (Serge Klarsfeld)
 
16/07/2012
 
 

Repórteres do jornal britânico The Sun anunciaram neste domingo ter localizado o paradeiro do criminoso nazista. Csatary vive há 17 anos em Budapeste sob sua própria identidade, depois de passar um período desaparecido. Ele nunca foi incomodado pelas autoridades locais, apesar de um pedido encaminhado pelo Centro Simon-Wiesenthal, baseado em Jerusalém, há dez meses.

tags: Crime - França - Guerra - Holocausto - Hungria - Nazismo
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Comentários (1)

CRIMES CONTRA A HUMANIDADE

Eu sempre achei muito estranho que tamanha barbaridade tenha sido tratada com tanta complacência pelas autoridades incumbidas de punir esses criminosos. Houve muito pouco empenho em localizar e prender esses monstros que cometeram essas barbaridades. Hoje eles Têm direitos que foram negados às suas vítimas na chamada Solução Final do Problema Judaico. Não quero defender o revanchismo, mas daí achar que eles devem ser tratados como humanos, coisa que eles diseeram aos quatro cantos que os judeus não eram, extrapolam o bom senso e o verdadeiro sentido de justiça. O triste é saber que muitos desses criminosos foram incorporados aos serviços secretos das grandes potências, deixando de cumprir as devidas penas, fossem de morte ou prisão perpétua! Depois querem reclamar o direito que Israel tem de se defender, com ataques mortais aos inimigos que o cercam! Eles sabem o que é a natureza humana, e principalmente quando essa natureza pende para a intolerância que pode acabar num novo holocausto. Governos são assim mesmo, não têm o menor pudor ao se aliar com essa casta de HAMANS.

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