06 de Agosto de 2012
Redes sociais nas Olimpíadas expõem atletas ao melhor e ao pior
A judoca brasileira Rafaela Silva após ser eliminada por causa de golpe ilegal contra a húngara Hedvig Karakas.
A judoca brasileira Rafaela Silva após ser eliminada por causa de golpe ilegal contra a húngara Hedvig Karakas.
Reuters
Patricia Moribe

Bem-vindos aos primeiros Jogos Olímpicos da era das redes sociais. Os espectadores, no mundo todo, podem acompanhar os eventos por vários meios: TV, jornais, rádio e, principalmente, pela internet, que abriga as redes sociais. Não só acompanhar, como participar. As redes sociais aproximam os atletas do público, um encontro que às vezes pode ter consequências desastrosas.

Os exemplos são muitos, começando pela atleta grega que postou um tuíte racista sobre imigrantes africanos e foi expulsa dos Jogos. Do lado brasileiro, a judoca Rafaela Silva foi protagonista de um "quiprocó" que começou com sua eliminação após apelar para um golpe ilegal. As críticas dos internautas foram duras e ela revidou com palavrões, aumentando a bola de neve, que teve vários insultos racistas. Conversamos a respeito com Marcos Hiller, coordenador do MBA Gestão de Marcas da Escola Trevisan, de São Paulo, e André Soares, profissional de marketing esportivo e marketing digital da S.Branding Gestão e Marketing Esportivo, de Belo Horizonte.

tags : Judo - Londres 2012
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