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Artigo publicado em 12 de Agosto de 2012 - Atualizado em 13 de Agosto de 2012

Brasil encerra Olimpíadas de Londres com recorde de medalhas

Cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres foi marcada por shows e descontração.
Cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres foi marcada por shows e descontração.
REUTERS/Fabrizio Bensch

RFI

Chegaram ao fim os Jogos Olímpicos de Londres. Com muita música e dança, o espetáculo de encerramento do evento contou o dia a dia da cidade que recebeu as Olimpíadas ao longo de 17 dias. O Brasil, que vai realizar os próximos jogos, teve direito a mostrar em oito minuto as maravilhas do Rio de Janeiro. País conquistou recorde de 17 medalhas.

A cerimônia – muito mais descontraída que a de abertura – se iniciou às 21h (17h em Brasília) no estádio olímpico de Strattford, no leste da capital britânica. O evento foi desenhado por King Gavin e começou com a música “Read all about it", interpretada pela cantora Emeli Sandé.

Também os grupos Pet Shop Boys, Blur, Monty Python e Spice Girls, além do cantor George Michael, subiram ao palco para animar a plateia, que desta vez não contou com a presença da rainha Elizabeth II, de férias na Escócia. Ela foi substituída pelo príncipe Harry.

As delegações de todos os países participantes voltaram a desfilar, misturadas umas às outras. A bandeira do Brasil foi levada por Esquiva Falcão, prata no boxe.

A maior surpresa, ao menos para o público brasileiro, ficou reservada para o final, quando o Rio de Janeiro teve oito minutos para deixar os espectadores contando os dias para a chegada das próximas Olimpíadas, que acontecem na Cidade Maravilhosa. Clichês brasileiros, como o samba, a capoeira e o Carnaval não ficaram de fora da curta apresentação, dirigida por Cao Hamburger e Daniela Thomas.

Em seguida, o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge, declarou oficialmente o encerramento dos Jogos, e a chama olímpica foi apagada, após 17 dias de competições.

O fim dos Jogos de Londres marcam um recorde de medalhas para o Brasil, que subiu 17 vezes no pódio. Foram três medalhas de ouro, cinco de prata e nove de bronze, superando os melhores resultados de Atlanta, em 96, e Pequim, em 2008, quando havia conquistado 15 premiações. Novos ídolos surgiram como Arthur Zanetti, na ginástica, e Sarah Menezes, no judô, que se juntaram às bicampeãs olímpicas do vôlei.

Quem despontou no ranking de medalhas foram os americanos. Após uma disputa bastante acirrada contra a China durante toda a competição, os Estados Unidos voltaram a subir mais vezes no andar mais alto do pódio em Londres, com 46 ouros, 29 pratas e 29 bronzes, num total de 104 medalhas. O Reino Unido, anfitrião dos Jogos, ficou em terceiro lugar, com 29 ouros, 27 pratas e 19 bronzes (87 no total).
 

tags: Brasil - Esporte - Jogos Olímpicos de Londres - Londres 2012 - Medalha - Olímpiadas - Rio de Janeiro
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Comentários (3)

Apresentação brasileira

A opção em mostrar alegria, singularidade e simplicidade foi forte, valoroso e belo. Parabéns pela idéia. Torço pra que em 2016 não seja diferente.

Apresentação Brasileira no Encerramento das Olimpíadas 2012.

Não quero parecer insensível com os organizadores deste evento, que na minha opinião perderam a oportunidade de realmente mostrar as maravilhas do Rio de Janeiro. Mas não posso concordar que um gari, venha representar o Brasil em uma festa a nível internacional. Não é preconceito com a profissão, mas desde quando a pobreza é bonito para ser apresentado em Londres? As vezes até me pergunto, o Brasil é mesmo só carnaval??? Um país cheio de raças, culturas e povos sendo representada sempre pelo mesmo time: pobreza, e carnaval! Sinceramente, diante de uma festa tão linda e emocionante fiquei despontada com infeliz apresentação brasileira, chego até pensar que o mundo fica até com medo de vir ao Brasil nas próximas Olimpíadas.

Concordo com Gizandra.

Concordo com Gizandra. Mostramos que somos realmente um país de terceiro mundo. Nossas atrações? Samba, índios e futebol. Esse último, meio em baixa, tanto que tiveram que recorrer a uma verdadeira múmia como Pelé.

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