13 de Maio de 2013
Abertura do museu do ABBA comprova atemporalidade do quarteto sueco
Um dos ex-integrantes do quarteto ABBA, Bjorn Ulvaeus, na inauguração do museu da banda, no dia 6 de maio de 2013.
Um dos ex-integrantes do quarteto ABBA, Bjorn Ulvaeus, na inauguração do museu da banda, no dia 6 de maio de 2013.
REUTERS/Arnd Wiegmann
Daniella Franco

O sucesso do quarteto sueco ABBA atravessou décadas e embala as pistas de dança desde os anos 70. Apesar o término do grupo no começo dos anos 80, os hits dos reis do disco pop nunca saíram de moda: uma atemporalidade que poucos músicos conseguem alcançar. A abertura, na semana passada, do ABBA The Museum - espaço criado em homenagem ao grupo em Estocolmo -, comprova o aspecto transcedental desta banda.

Sobre este assunto, conversamos com o jornalista Daniel Couri, autor dos livros "Made in Suécia - O paraíso pop do Abba" e "Mamma Mia!" e com o coordenador do curso Produtores e Músicos de Rock da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), o músico e multi-instrumentista gaúcho Frank Jorge.

 

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