A reunião de cúpula da OTAN abriu suas portas nesse domingo em Chicago com o tema da presença das tropas internacionais no Afeganistão no centro dos debates.
O presidente dos EUA, Barack Obama, acolhe a partir deste domingo, em sua cidade natal, Chicago, a Cúpula da OTAN que tem como principal ambição fornecer uma estratégia clara de saída do conflito afegão depois de mais de uma década de guerra. Na sequência da reunião do G8 em Camp David, Obama, desta vez, estará no centro de um evento com cerca de 50 líderes mundiais para a reunião de Cúpula que é considerada a mais importante desde a criação da Aliança Militar, há mais de 60 anos.
Pelo menos 19 pessoas, a maioria civis, morreram em diferentes ataques e confrontos neste sábado na Síria. O ataque mais violento foi em Deir Ezzor, no leste do país, onde a explosão de um carro bomba deixou pelo menos 9 mortos, segundo a agência estatal de notícias Sana.
O dissidente chinês Chen Guangcheng deve chegar aos Estados Unidos ainda neste sábado. Acompanhado por sua esposa e seus dois filhos, de 6 e 9 anos, ele deixou o aeroporto de Pequim em direção à Nova York a bordo de um voo da companhia americana United Airlines, segundo a porta-voz do Departamento de Estado Americano.
O presidente francês, François Hollande, foi recebido nesta sexta-feira na Casa Branca pelo colega Barack Obama, antes da cúpula do G8. Um batismo de fogo no cenário internacional, apenas três dias depois de tomar posse. Entre os assuntos discutidos entre os dois líderes estavam o crescimento da economia e o Afeganistão.
O diretor geral da Agência internacional pela energia atômica (AIEA), o japonês Yukiya Amano, anunciou nesta sexta-feira que viaja a Teerã no domingo, em companhia do chefe dos inspetores da agência, o belga Herman Nackaerts. O objetivo da visita é discutir o controvertido programa nuclear do Irã.
A Síria foi palco, nesta sexta-feira, das mais importantes manifestações desde o começo da revolta contra o regime do presidente Bashar al Assad, principalmente na cidade de Alepo, no norte. O emissário especial da ONU e da Liga Árabe, Kofi Annan, deve visitar o país em data ainda não divulgada.
O líder do Conselho Nacional Sírio, Burhan Ghalioun, principal representante da oposição síria, anunciou que está pronto para renunciar se um outro chefe for escolhido. A declaração foi dada após críticas à sua reeleição.