23 de Dezembro de 2011
Exilados cubanos céticos com anúncio de reforma de leis migratórias
O presidente cubano, Raúl Castro.
O presidente cubano, Raúl Castro.
REUTERS/Andrea De Silva
Luiza Duarte

Há mais de 50 anos, desde o início da Revolução, os habitantes de Cuba estão sujeitos a restrições para viajar. O regime comunista dos irmãos Castro exige que os cubanos obtenham uma permissão para deixar e para retornar ao país. Mas a situação pode mudar pela primeira vez nesta sexta-feira, caso uma reforma das leis de migratórias seja anunciada. A decisão poderia estender o limite da estadia no exterior de 11 meses a dois anos e a permissão de saída e o status de "emigração definitiva" suprimidos. Embora o tema esteja na pauta da Assembleia Nacional, os cubanos permanecem céticos. A RFI conversou com Eduardo Masset, escritor e exilado político cubano na França e com Omar Lopez Montenegro, diretor de Direitos Humanos da Fundação Nacional Cubano Americana, sediada em Miami nos Estados Unidos, sobre as consequências de uma mudança na lei atual.
 

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