O primeiro-ministro grego Lucas Papademos lançou um alerta nesta sexta-feira contra o risco de "caos incontrolável" na falta de um acordo para a redução da dívida do país. De acordo com ele, a Grécia atravessa um momento de "responsabilidade histórica."
Os jornais do Golfo Pérsico trazem em destaque nesta sexta-feira a possibilidade da Liga Árabe reconhecer a oposição síria como representante legítima do povo sírio. O anuncio pode ser feito após a reunião da Liga que ocorre neste domingo, no Cairo. Durante o encontro, os ministros árabes também deverão discutir a retomada da missão de observadores na Síria, mas desta vez com a ajuda da ONU.
O chefe de operações da rede terrorista Al Qaeda no Paquistão, Badar Monsoor, foi morto na madrugada desta quinta-feira por um míssil lançado de um avião teleguiado americano. O ataque foi realizado em Miranshah, principal cidade do distrito tribal do Waziristão do Norte, na fronteira com o Afeganistão. O local é conhecido como um dos principais redutos dos talibãs paquistaneses.
A Liga Árabe vai voltar a enviar observadores internacionais à Síria, declarou nesta quarta-feira o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Segundo ele, o chefe da Liga Árabe, Nabil Al-Arabi, expressou o desejo de pedir ajuda às Nações Unidas na continuidade da missão, que é muito criticada por não ter atingido seu principal objetivo: colocar um fim na violência do regime contra a população.
O ministro turco das Relações Exteriores, Ahmet Davutoglu, propôs nesta quarta-feira a realização de uma conferência internacional para dar apoio à população da Síria, submetida à repressão sangrenta do regime do ditador Bashar al-Assad.
O Reino Unido reagiu mais uma vez hoje ao anúncio da presidente argentina, Cristina Kirchner, de que vai apresentar nova queixa no Conselho de Segurança e da Assembleia Geral da ONU, para denunciar o que considera um processo de "militarização" nas Ilhas Malvinas. O Ministério das Relações Exteriores britânico pediu que o Conselho de Segurança não aceite o texto.
A repressão do governo sírio aos seus opositores não dá trégua. Em Homs, símbolo da resistência popular contra o regime, bombadeios na manhã de hoje das forças governamentais mataram pelo menos 47 civis de acordo com o Observatório Sírio de Defesa dos Direitos Humanos. Segundo militantes, a energia elétrica foi restabelecida parcialmente permitindo o contato com moradores em vários bairros da cidade.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, disse hoje, após se encontrar com o presidente da Síria, Bashar al-Assad, em Damasco, que o governo ...