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Dois anos depois da chegada ao poder de Alassane Ouattara a Costa do Marfim evidencia dificuldades em melhorar a sua performance económica,continuam as provocações do grupo Ansar al-Charia não obstante a firmeza do governo da Tunísia que acusa os salafistas de atentar contra a segurança do Estado, a guerra comercial entre a China e a União Europeia foi declarada, os governos europeus fracassaram nas suas políticas energéticas, polémica sobre a intenção das autoridades francesas de introduzir o inglês como língua de ensino nas universidades, a americana Serena Williams e o espanhol Rafael Nadal são os favoritos do Open de Roland Garros cujo início está previsto para dentro de cinco dias.
A delegação brasileira que participou pela quarta vez da SIAL 2013 na China, uma das feiras mais importantes do setor alimentício, fechou bons negócios ( cerca de US$15 milhões, especialmente com carne de porco e frango) mas não teve atendida a sua maior expectativa:o fim do embargo da carne bovina. As exportações estão suspensas desde a confirmação de um caso da doença da vaca louca, no Paraná, no ano passado. Os chineses acabaram não se pronunciando a respeito, como esperavam os produtores brasileiros.
A correspondente em Pequim, Janaína Silveira, explica que diante dos recentes escândalos ligados à segurança alimentar na China - com carne de rato e raposa vendida como se fosse carne de carneiro - o Brasil tinha esperança de que o país abrisse novamente o caminho das exportações, apostando na qualidade da carne bovina brasileira e no potencial de competitividade mundial. Argumentos que, por enquanto, não fizeram os chineses mudarem de ideia.
O vírus da gripe aviária H7N9 fez sua 24ª vítima na China desde março. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pela agência de informações oficial do regime comunista. Até o momento, 120 casos da doença foram registrados no país.
O presidente francês François Hollande se disse satisfeito com a resposta dos chineses ao seu desejo de reequilibrar a balança comercial entre os dois países. Atualmente, o déficit do comércio exterior com a China representa 40% do déficit global francês. No último dia de sua visita à China, Hollande disse que "(os chineses) responderam perfeitamente às demandas que fizemos".
O presidente francês François Hollande encerra nesta sexta-feira, 26 de abril de 2013, a visita de 37 horas que fez à China, onde fez o primeiro contato com o presidente chinês, Xi Jinping, e garantiu a assinatura de 18 acordos comerciais ou cartas de intenção. A missão, que priorizou os negócios, foi criticada na França por deixar em segundo plano questões relativas aos direitos humanos, tema em que o país europeu costuma se opor às políticas chinesas, especialmente em relação ao Tibete.
A correspondente da RFI em Pequim, Janaína Silveira, observa que a imprensa chinesa destacou o fato de o presidente Hollande ser o primeiro de uma grande nação ocidental a ser recebido pelo recém-empossado Xi Jinping, que chegou ao poder em março deste ano. As capas dos principais jornais falam hoje dos 18 acordos de cooperação assinados, especialmente em áreas como aviação, em que a Airbus garantiu a venda de 60 aeronaves para China, e de energia nuclear, dando atenção ao projeto para tratamento de resíduos nucleares a ser implantado na cidade de Shenzhen, na fronteira com Hong Kong.
Nas capas da imprensa de hoje ainda está o desemprego, que atingiu números recorde em França. São agora mais de 5 milhões de desempregados o que equivale a 11,5% da população francesa sem emprego. Ainda destaque para a primeira visita do Presidente francês François Hollande à China, sem grandes contratos na bagagem de regresso.
A primeira visita do socialista François Hollande à China é a principal manchete nos jornais desta quinta-feira, 25 de abril. A imprensa francesa destaca que desta vez a França deve ficar discreta em relação ao delicado tema dos direitos humanos. O objetivo da viagem é aumentar a participação dos produtos franceses na pauta de importações chinesa e sobretudo não desagradar o governo de Pequim.
O presidente francês François Hollande desembarca nesta quinta-feira na China para uma visita de dois dias ao país do recém-empossado mandatário Xi Jinping. A ideia da visita é retomar uma relação econômica acordada há quase 50 anos, mas que nunca foi muito efetiva. Pelo contrário: durante a era Sarkozy, as relações bilaterais recuaram.
O tom de agressividade entre a China e o Japão voltou a subir por causa da disputa do arquipélago de Senkaku. O território é administrado pelo Japão, mas é reivindicado pela China. Hoje, oito navios chineses entraram nas águas territoriais do Japão, o que provocou a ira das autoridades japonesas.