Túnis é palco de violentos confrontos entre salafistas e policiaisDinamarca vence festival de música Eurovisão pelo 2º ano consecutivoExército sírio ataca e ocupa centro de cidade rebelde no oeste do país
No dia em que os egípcios elegiam o novo presidente do país, no segundo turno das eleições presidenciais, a junta militar que comanda o país desde a queda do ...
Os gregos voltam às urnas neste domingo, para as eleições legislativas. É uma segunda tentativa, após o fracasso do pleito de 6 de maio, em que os principais partidos vencedores não conseguiram formar um governo de coalizão. Dois partidos dividem a preferência do eleitorado, a direita da Nova Democracia, e a chamada Coalizão de Esquerda Radical, cada um com cerca de 27% das intenções de voto. Essa projeção indica que nenhum dos partidos vai obter maioria no Parlamento, prolongando o caos político.
A Suprema Corte constitucional do Egito decidiu nesta quinta-feira, no Cairo, invalidar uma lei que proíbe a candidatura às eleições de antigos colaborados do ex-presidente Hosni Mubarak, condenado à prisão perpétua. Dessa forma, o ex-primeiro-ministro Ahmad Chafiq continua na corrida presidencial.
Em meio a uma grande manifestação de seus partidários nas ruas de Caracas, Hugo Chávez se declarou oficialmente candidato a um terceiro mandato na presidência da Venezuela nesta segunda-feira. A eleição acontece no dia 7 de outubro. O objetivo dessa aparição pública de Chavez, que em um ano passou por várias sessões de radioterapia e três operações para retirar um tumor maligno, era acabar com os rumores de que ele não estaria em condições de registrar sua candidatura pessoalmente.
O presidente venezuelano, Hugo Chavez, deve se inscrever formalmente na segunda-feira como candidato às próximas eleições presidenciais, nas quais disputará o terceiro mandato consecutivo de seis anos. Aos 57, ele afirma os resultados dos exames médicos a que se submeteu após o ultimo tratamento contra câncer são bons.
Os egípcios voltam às ruas, agora para protestar contra o veredito do processo contra Hosni Mubarak, condenado à prisão perpétua. A procuradoria pedia a pena capital para o ex-presidente, de 84 anos, que governou o Egito com mãos de ferro durante três décadas. Manifestantes também querem punição para seis aliados do ex-líder.