O diretor japonês da central nuclear de Fukushima, Masao Yoshida, deixou o cargo por motivos de saúde, anunciou nesta segunda-feira a empresa Tokyo Electric Power, omitindo detalhes sobre a doença para "proteger a privacidade do executivo".
Um grupo de 30 jornalistas, sobretudo japoneses, foram autorizados a visitar uma parte da central nuclear de Fukushima pela primeira vez desde a catástrofe de 11 de março deste ano.
Dois dias após sua eleição, o novo primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, participou do treinamento, realizado todos os anos no dia do aniversário do grande terremoto do Kanto, que fez mais de cem mil vítimas em 1923.
O sistema de alerta contra tsunamis no Atlântico Norte, Mediterrâneo e mares próximos, coordenado pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO foi testado com sucesso no início de agosto.Os 31 países que participaram do treinamento receberam uma mensagem do Observatório de Pesquisa Sísmica de Istambul. Outros sistemas similares existem nos oceanos Pacífico, Índico e Caraíbas. Para entender como funciona esse tipo de alerta, conversamos com o oceanógrafo Carlos Garcia, do Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e coordenador do programa sub-rede Zonas Costeiras, do Ministério do Meio Ambiente.
Um terremoto de 6,4 na escala Richter atingiu a região japonesa de Fukushima, as 3h54 da manhã de domingo, em hora local. O fenômeno também foi sentido na capital, Tóquio. As autoridades ainda não confirmaram a existências de vítimas ou de danos na central nuclear. Não há alerta de tsunami.
A cidade de Fukushima vai distribuir 34 mil medidores de radioatividade para crianças e adolescentes, a partir de setembro, para tranqüilizar as famílias preocupadas com os ...