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Costa do Marfim
Pedro Pires, Presidente da República de Cabo Verde
30/12/2010 - Costa do Marfim / Cabo Verde

Tropas da CEDEAO não intervêm por enquanto na Costa do Marfim

O Presidente cabo-verdiano Pedro Pires considera que a missão de mediação da CEDEAO foi útil e oportuna e que o diálogo vai prosseguir com discrição e empenho, para a busca de uma solução de transição pacífica na Costa do Marfim.

Abidjan, capital económica da Costa do Marfim
29/12/2010 - Costa do Marfim / CEDEAO

Costa do Marfim, novo falhanço diplomático da CEDEAO

Mais tempo para reflexão pediram ambas as partes em conflito aos presidentes, Pedro Pires de Cabo Verde, Boni Yayi do Benim e Ernest Baï Koroma da Serra Leoa, que se avistam nesta quarta-feira (29/12/2010) em Abuja, na Nigéria, com o presidente Goodluck Jonathan, pesidente em exercício da CEDEAO, que não exclui uma intervenção militar na Costa do Marfim.

Presidentes de Cabo Verde, Benin e Serra Leoa reunidos com o chefe da missao da ONU em Abidjan
28/12/2010 - Costa do Marfim

Cabo Verde envolvido na mediação na Costa do Marfim

Em Abidjan os líderes do Benin, Cabo Verde e Serra Leoa tentam convencer Laurent Gbagbo, o presidente cessante, a aceitar os resultados das eleições de 28 de Novembro.
O presidente do Bénin Thomas Boni Yayi é recebido pelo primeiro-ministro Laurent Gbagbo e o ministro Gilbert Aké N'Gbo na chegada à Abijan .
28/12/2010 - Costa do Marfim/crise

Emissários da CEDEAO mediam crise na Costa do Marfim

Os presidentes do Benin, Boni Yayi, da Serra Leoa, Ernest Koroma, e do Cabo Verde, Pedro Pires, enviados a Abidjan para tentar resolver a crise política na Costa do Marfim, iniciaram nessa ...
Laurent Gbagbo e Alassane Ouattara.
27/12/2010 - Costa do Marfim

Semana crucial na Costa do Marfim

Esta segunda-feira teve início uma greve geral no país.
Alassane Ouattara durante uma coletiva de imprensa no dia 24 de dezembro.
27/12/2010 - Costa do Marfim/Eleições

Partidários de Ouattara convocam greve geral na Costa do Marfim

O impasse político continua na Costa do Marfim. O presidente derrotado, Laurent Gbagbo, se recusa a deixar o poder para seu rival Alassane Ouattara, reconhecido pelas Nações Unidas e pela comunidade internacional como vencedor das eleições de 31 de outubro passado. E nesta segunda-feira os partidos políticos pró-Ouattara convocaram uma greve geral pedindo que o país inteiro cesse suas atividades até a saída de Laurent Gbagbo.

Laurent Gbagbo, na primeira página do jornal Le Figaro.
27/12/2010 - Imprensa

Perdedor das presidenciais da Costa do Marfim não vai ceder em nada, publica Le Figaro

O presidente derrotado Laurent Gbagbo, que se recusa a deixar o poder, deu uma entrevista exclusiva ao jornal francês de direita, acusando França e Estados Unidos de armarem um complô para instalar seu rival, Alassane Ouattara, no comando do país.

A democracia passou a ser uma necessidade para a África
27/12/2010 - O Mundo Agora

A democracia passou a ser uma necessidade para a África

Se não é uma revolução é quase. Pela primeira vez, um grupo regional de Estados ameaça um Estado membro com uma intervenção militar para defender a democracia. A Comunidade Econômica dos Estados da África do Oeste, a CEDEAO, decidiu torcer seriamente o braço do presidente da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, para convencê-lo a deixar o poder de maneira pacífica. É verdade que Gbagbo pisou na bola feio. Depois de perder claramente eleições presidenciais razoavelmente transparentes e monitoradas pela ONU, decidiu, sem mais nem menos, permanecer no poder, invalidando o voto de regiões inteiras do país favoráveis à ao seu opositor, Alassane Ouattara. A manipulação foi tão descarada e cínica que não foram só os Estados Unidos e a Europa que condenaram esse golpe “desde o Estado”. O Conselho de Segurança da ONU, unânime, intimou as autoridades da Costa do Marfim a acatar o resultado da eleição, reconhecendo claramente Ouattara como vencedor, ameaçando recorrer a sanções para quem desrespeitasse o voto. Mas a reação mais importante foi sem dúvida a da União Africana e sobretudo dos vizinhos membros da CEDEAO. Pela primeira vez, uma organização regional admite a possibilidade de utilizar a força armada legítima para garantir um pleito democrático. Ouça a crônica de política internacional de Alfredo Valladão.

O presidente do Benim, Boni Yayi, aquando da cimeira da CEDEAO em Abuja, na Nigéria, a 24 de Dezembro de 2010.
26/12/2010 - COSTA DO MARFIM

Três presidentes da CEDEAO na terça-feira na Costa do Marfim

Os chefes de Estado cabo-verdiano, Pedro Pires, e os seus homólogos do Benim e da Serra Leoa devem deslocar-se nesta terça-feira a Abidjã para tentar convencer o presidente cessante marfinense, Laurent Gbagbo, a deixar o poder. O regime de Gbagbo qualificou como sendo "inaceitável" a ameaça da CEDEAO de o derrubar pela força.

Uma patrulha de soldados da ONU em uma rua de Abidjan, no dia 17 de dezembro de 2010
23/12/2010 - Costa do Marfim/violência

Violência na Costa do Marfim já deixou 173 mortos, diz ONU

Pelo menos 173 pessoas já morreram na Costa do Marfim vítimas da onda de violência que tomou conta do país depois das eleições, segundo a ONU. Segundo o Alto Comissariado de Direitos Humanos da Organização, entre o dias 16 e 23 de de dezembro, além das mortes, foram registrados 90 casos de tortura e maus-tratos, 471 prisões e 24 desaparecimentos.

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