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Costa do Marfim
Laurent Gbagbo com o presidente da Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, aquando da primeira missão diplomática da CEDEAO na Costa do Marfim, dia 28 de Dezembro de 2010.
01/01/2011

Gbagbo não cede a pressões

Laurent Gbagbo acusou ontem a comunidade internacional de estar por detrás de uma tentativa de golpe de estado na Costa do Marfim, ao apoiar o rival Alassane Ouattara, candidato reconhecido ...
Pedro Pires, Presidente da República de Cabo Verde
30/12/2010 - Costa do Marfim / Cabo Verde

Tropas da CEDEAO não intervêm por enquanto na Costa do Marfim

O Presidente cabo-verdiano Pedro Pires considera que a missão de mediação da CEDEAO foi útil e oportuna e que o diálogo vai prosseguir com discrição e empenho, para a busca de uma solução de transição pacífica na Costa do Marfim.

Abidjan, capital económica da Costa do Marfim
29/12/2010 - Costa do Marfim / CEDEAO

Costa do Marfim, novo falhanço diplomático da CEDEAO

Mais tempo para reflexão pediram ambas as partes em conflito aos presidentes, Pedro Pires de Cabo Verde, Boni Yayi do Benim e Ernest Baï Koroma da Serra Leoa, que se avistam nesta quarta-feira (29/12/2010) em Abuja, na Nigéria, com o presidente Goodluck Jonathan, pesidente em exercício da CEDEAO, que não exclui uma intervenção militar na Costa do Marfim.

Presidentes de Cabo Verde, Benin e Serra Leoa reunidos com o chefe da missao da ONU em Abidjan
28/12/2010 - Costa do Marfim

Cabo Verde envolvido na mediação na Costa do Marfim

Em Abidjan os líderes do Benin, Cabo Verde e Serra Leoa tentam convencer Laurent Gbagbo, o presidente cessante, a aceitar os resultados das eleições de 28 de Novembro.
O presidente do Bénin Thomas Boni Yayi é recebido pelo primeiro-ministro Laurent Gbagbo e o ministro Gilbert Aké N'Gbo na chegada à Abijan .
28/12/2010 - Costa do Marfim/crise

Emissários da CEDEAO mediam crise na Costa do Marfim

Os presidentes do Benin, Boni Yayi, da Serra Leoa, Ernest Koroma, e do Cabo Verde, Pedro Pires, enviados a Abidjan para tentar resolver a crise política na Costa do Marfim, iniciaram nessa ...
Laurent Gbagbo e Alassane Ouattara.
27/12/2010 - Costa do Marfim

Semana crucial na Costa do Marfim

Esta segunda-feira teve início uma greve geral no país.
Alassane Ouattara durante uma coletiva de imprensa no dia 24 de dezembro.
27/12/2010 - Costa do Marfim/Eleições

Partidários de Ouattara convocam greve geral na Costa do Marfim

O impasse político continua na Costa do Marfim. O presidente derrotado, Laurent Gbagbo, se recusa a deixar o poder para seu rival Alassane Ouattara, reconhecido pelas Nações Unidas e pela comunidade internacional como vencedor das eleições de 31 de outubro passado. E nesta segunda-feira os partidos políticos pró-Ouattara convocaram uma greve geral pedindo que o país inteiro cesse suas atividades até a saída de Laurent Gbagbo.

Laurent Gbagbo, na primeira página do jornal Le Figaro.
27/12/2010 - Imprensa

Perdedor das presidenciais da Costa do Marfim não vai ceder em nada, publica Le Figaro

O presidente derrotado Laurent Gbagbo, que se recusa a deixar o poder, deu uma entrevista exclusiva ao jornal francês de direita, acusando França e Estados Unidos de armarem um complô para instalar seu rival, Alassane Ouattara, no comando do país.

A democracia passou a ser uma necessidade para a África
27/12/2010 - O Mundo Agora

A democracia passou a ser uma necessidade para a África

Se não é uma revolução é quase. Pela primeira vez, um grupo regional de Estados ameaça um Estado membro com uma intervenção militar para defender a democracia. A Comunidade Econômica dos Estados da África do Oeste, a CEDEAO, decidiu torcer seriamente o braço do presidente da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, para convencê-lo a deixar o poder de maneira pacífica. É verdade que Gbagbo pisou na bola feio. Depois de perder claramente eleições presidenciais razoavelmente transparentes e monitoradas pela ONU, decidiu, sem mais nem menos, permanecer no poder, invalidando o voto de regiões inteiras do país favoráveis à ao seu opositor, Alassane Ouattara. A manipulação foi tão descarada e cínica que não foram só os Estados Unidos e a Europa que condenaram esse golpe “desde o Estado”. O Conselho de Segurança da ONU, unânime, intimou as autoridades da Costa do Marfim a acatar o resultado da eleição, reconhecendo claramente Ouattara como vencedor, ameaçando recorrer a sanções para quem desrespeitasse o voto. Mas a reação mais importante foi sem dúvida a da União Africana e sobretudo dos vizinhos membros da CEDEAO. Pela primeira vez, uma organização regional admite a possibilidade de utilizar a força armada legítima para garantir um pleito democrático. Ouça a crônica de política internacional de Alfredo Valladão.

O presidente do Benim, Boni Yayi, aquando da cimeira da CEDEAO em Abuja, na Nigéria, a 24 de Dezembro de 2010.
26/12/2010 - COSTA DO MARFIM

Três presidentes da CEDEAO na terça-feira na Costa do Marfim

Os chefes de Estado cabo-verdiano, Pedro Pires, e os seus homólogos do Benim e da Serra Leoa devem deslocar-se nesta terça-feira a Abidjã para tentar convencer o presidente cessante marfinense, Laurent Gbagbo, a deixar o poder. O regime de Gbagbo qualificou como sendo "inaceitável" a ameaça da CEDEAO de o derrubar pela força.

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