Brasil assina acordos de cooperação com a Etiópia Justiça - Chefe do FMI foi considerada apenas testemunha em caso de fraudeAvião é desviado na Inglaterra por causa de suposta ameaça terrorista
O regime de Laurent Gbagbo pode estar a viver os seus derradeiros momentos. O Ministro francês dos Negócios Estrangeiros avançou, esta tarde, que estão a decorrer negociações com generais afetos ao presidente cessante. A França quer que Gbagbo saia do poder, assine um documento de renúncia e reconheça a vitória de Alassane Ouattara.
Na tarde desta terça-feira a diplomacia francesa chegou a informar que a saída de Gbagbo do governo era iminente, mas o presidente derrotado nas eleições de novembro ...
Três semanas após a intervenção militar na Líbia, a França entrou novamente em guerra, desta vez na Costa do Marfim. Segundo o governo francês, a pedido do secretário-geral da ONU, helicópteros da força francesa Licorne e das Nações Unidas bombardeiam desde a noite de ontem bases militares de Laurent Gbagbo, principalmente depósitos de armas pesadas em Abidjan e arredores.
A situação na Costa do Marfim, com a intervenção das tropas francesas e da missão das Nações Unidas, preenche as primeiras páginas dos jornais diários franceses.
A terça-feira fica, também, marcada pelos desenvolvimentos e consequências de Fukushima, no Japão, o debate sobre a laicidade, aqui em Paris e, entre outros assuntos, os novos desenvolvimentos sobre o voo Rio - Paris, que em 2009 caiu ao largo do Brasil e tirou a vida a 228 pessoas.
O jornal Le Parisien desta segunda-feira, 4 de abril, descreve como uma verdadeira proeza técnica a operação, no litoral do Brasil, que levou à localização de elementos do Airbus A330 da Air France, desaparecido no Oceano Atlântico quando fazia a rota Rio Paris há quase dois anos.
As forças francesas da operação Licorne, que auxiliam a Missão de paz da ONU na Costa da Marfim, tomaram na manhã deste domingo o controle do aeroporto de Abidjan, onde combates prosseguem entre as tropas do presidente eleito Alassane Ouattara e fiéis a Laurent Gbabgo que se recusa a deixar o poder. O estado maior das Forças Armadas da França confirmou o enviou de um reforço de 300 soldados ao país. Ongs denunciam massacres durante os conflitos.
Quatro soldados de uma patrulha da ONU ficaram gravemente feridos neste sábado em Abidjan, atingidos por militares ligados a Laurent Gbagbo. A guerra civil entre partidários do presidente eleito, Alassane Ouattara, e forças fiéis a Laurent Gbagbo já teria causado a morte de 1.000 pessoas, segundo organizações humanitárias que denunciam massacres praticados pelos dois campos rivais.